domingo, 2 de abril de 2017

Posse no Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais

No último dia 29 de março, na Secretaria de Estado de Educação, na Cidade Administrativa, na presença da Senhora Secretária de Estado de Educação de Minas Gerais, professora Macaé Maria Evaristo dos Santos, e da Senhora Presidente do Conselho, professora Rosane Marques Crespo Costa, o professor Simão Pedro P. Marinho tomou posse como membro da Câmara de Educação Superior do Conselho Estadual  de Educação de Minas Gerais, para o qual foi nomeado pelo Senhor Governador do Estado de Minas Gerais, Fernando Damata Pimentel.


Na foto, o professor Simão Pedro P. Marinho e o professor Márcio Rosa Portes, Subsecretário de Ensino Superior da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência , Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, ladeando a professora Macaé Evaristo, Secretária de Estado de Educação de Minas Gerais.

sábado, 4 de março de 2017

Defesa de dissertação: Ricardo Nicolau

No último dia 22 de fevereiro, o mestrando Ricardo Marques Nicolau apresentou, à comissão examinadora composta, além do orientador, Prof. Simão Pedro P. Marinho, pelos professores Dra. Inajara de Salles Viana Neves, da UFOP, e Dr José Wilson da Costa, da PUC Minas, sua dissertação que tem o título "Usos particular e educativo das tecnologias digitais de informação e comunicação pelo professor da Educação Básica na Era Digital:um estudo com base no modelo SAMR".

A dissertação foi aprovada à unanimidade.


Resumo da dissertação

A disseminação e intensificação do uso de tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC) no contexto da vida particular das pessoas, e em particular dos professores, configuram um novo cenário em relação à inclusão das TDIC na educação: o professor, que até os anos 2000 se sentia principiante diante do desafio de usar esse tipo de tecnologia na sala de aula, agora faz uso frequente delas em sua vida particular. Todavia, não conseguiu o mesmo avanço em termos do uso educativo delas. Utilizando como referencial teórico Piaget, Vygotsky, Coll, Monereo, Mercado, Silva e Neves, este trabalho investiga razões para eventuais discrepâncias nos usos das TDIC nos contextos particular e educacional de um grupo de professores do Ensino Fundamental I e II e Médio de três redes escolares do ensino privado do Estado de Minas Gerais. Adotou-se um delineamento quali-quantitativo, sendo empregados como instrumentos de coleta de dados o questionário online e entrevistas semiestruturadas. Os dados foram analisados através de recursos estatísticos (Software SPSS e Microsoft Excel), análise textual (Software Iramuteq) e análise de conteúdo. Para a caracterização de perfis de uso particular e educativo das TDIC, o modelo SAMR foi utilizado como referencial. Os resultados revelam que o perfil de uso particular das TDIC pelos professores apresenta maior diversidade e complexidade de usos que o perfil de usos educativos. As principais barreiras para a inclusão curricular das TDIC identificadas nesta pesquisa foram: a força da tradição na cultura escolar, e em específico, nas práticas pedagógicas; a restrição de uso de tecnologias móveis na sala de aula, que poderiam ser uma solução para os problemas de uso dos laboratórios de informática, como também para os altos investimentos que dificultam a aquisição e manutenção de computadores para uso dos alunos na sala de aula; a apropriação de TDIC pela escola para usos administrativos com consequente intensificação do trabalho docente, desestimulando o seu uso pedagógico; e a ausência de formação inicial e continuada do professor que lhe faculte tempo/espaço para se apropriar de bases teóricas mais robustas que o preparem, não apenas para o uso operacional das TDIC, mas para o uso pedagógico delas.

Palavras-chave:. Usos de TDIC. Modelo SAMR. Pedagogia da Autoria. Educação Básica




sábado, 21 de janeiro de 2017

Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais


Saiu publicado no Minas Gerais, Diário do Executivo, de 06 de janeiro de 2017, no Caderno 1, p.4, o Ato Executivo do Governador do Estado, Fernando Pimentel, de nomeação do prof. Simão Pedro P. Marinho para o Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais.

Como em janeiro o Conselho está em recesso, a posse ocorrerá tão logo sejam retomadas as atividades.


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Artigo publicado



O professor Simão Pedro P. Marinho é um dos autores do artigo "Formação inicial de professores, Pibid e a opção pela docência", publicado na revista Educação & Linguagem (B2 no Qualis Periódico 2014 da Área de Educação.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Membro do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais

O professor Simão Pedro P. Marinho integrará o Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais.

O professor foi indicado pelo Governador de Minas Gerais, Fernando Damata Pimentel, para a Câmara de Educação Superior do Conselho, indicação 36/2016, tendo seu nome aprovado pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, após submeter-se a uma sabatina perante uma Comissão Especial

A votação nominal do plenário foi publicada no Diário do Legislativo em 13/12/2016, na página 309.

O mandato é de quatro anos.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Qualificação de tese de Gustavo Pereira Pessoa

No último dia 07 de dezembro, Gustavo Pereira Pessoa, professor do IFMG Congonhas do Campo, obteve a qualificação de sua tese de doutorado, que foi orientada pelo prof. Simão Pedro P. Marinho e tem o título "Pesquisa escolar no território da Web".


Integraram a comissão os professores Carla Viana Coscarelli (UFMG) e Teodoro Adriano Costa Zanardi (PUC Minas).






Resumo
A pesquisa escolar é uma prática muito antiga em nossas escolas e sua origem esta ligada a tentativa de simular uma investigação cientifica na escola. Porém a pesquisa escolar é executada de forma mais simples, se baseando quase sempre em um trabalho com fontes bibliográficas. O que ocorre é que estas fontes muitas vezes não são analisadas, resultando em um trabalho que não possui uma produção do estudante, sendo impregnado pela cópia de informações. A pesquisa escolar não apresenta, na maioria das vezes, os elementos fundamentais para ser considerada como uma prática de pesquisa. A Web é quase inseparável da pesquisa escolar, tem normalmente o papel de biblioteca digital de onde se retiram as informações para a sua realização. Considerando esta deficiência na prática da pesquisa escolar e o uso restrito da Web nesta atividade, esta proposta visou construir uma metodologia para a pesquisa escolar que se conecte com a perspectiva da pesquisa cientifica e ao mesmo tempo se realize totalmente na Web e não somente a partir da Web como é o usual. O ciberespaço oferece recursos e possibilidades inúmeras, por isso entendemos que a pesquisa escolar pode ter, neste espaço, um fértil território para sua realização. Esta pesquisa escolar deve levar em consideração as características que são próprias do espaço digital da Web, que possui uma linguagem hipertextual/hipermídia, multimídia e organizada em um sistema aberto. As questões de pesquisa serão construídas neste espaço, assim como a busca de informações e as análises pertinentes à pesquisa. O resultado do processo será expresso através de um produto construído com ferramentas localizadas na Web. Este produto foi denominado composição. A composição deve ser construída levando em consideração as características de linguagem do ciberespaço e deve expressar os saberes formulados ao longo do processo. A proposta requer que os estudantes se constituam em pesquisadores imersivos, de modo similar aos leitores imersivos descritos por Sianella (2004), para que seja possível que a pesquisa se desenrole seguindo as premissas básicas da redação/leitura textual do ciberespaço. São apresentadas algumas rupturas que consideramos necessárias para que a escola e a pratica da pesquisa escolar ganhem um contexto mais significativo de realização.

domingo, 11 de dezembro de 2016

Defesa de tese


(Da esquerda para a direita: José Wilson da Costa, Inajara Neves, Stela Marques, Patrícia Caetano, Simão Pedro P. Marinho e Suzana Gomes)

No último dia 05 de dezembro, a professora da UEMG Patrícia Maria Caetano de Araújo obteve o grau de Doutora em Educação pelo Programa de Pós-graduação em Educação da PUC Minas, após defesa e aprovação de sua tese "Tecnologias Digitais e a Inovação Disruptiva na Formação a Distância de Pedagogos".


Participaram da Comissão Examinadora os professores doutores Inajara de Salles Viana Neves (UFOP), Suzana dos Santos Gomes (UFMG), Stela Maria Fernandes Marques (PUC Minas) e José Wilson da Costa (PUC Minas).



A tese, que foi orientada pelo Prof. Simão Pedro P. Marinho, em breve estará disponível na 

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC Minas




Resumo
A presente tese tem como foco a formação a distância de pedagogos e o uso das tecnologias digitais na perspectiva de inovação disruptiva, a partir de um Estudo de Caso desenvolvido em um curso de Pedagogia, licenciatura, na modalidade a distância online, oferecido por uma Instituição de Ensino Superior pública. A pesquisa tem como sujeitos centrais os egressos que atuam como profissionais da educação nos anos iniciais da Educação Básica, com o objetivo de identificar quais são os desafios e estratégias para que se efetive uma inovação no curso de Pedagogia a distância, em uma formação com e para adoção das tecnologias digitais na educação, que possibilitem romper com o modelo transmissivo de ensino. Tem como ponto de partida a constatação da urgência de inovação na formação de professores, fundamentada em pesquisas que revelam um descompasso entre a escola e a realidade dos alunos do século XXI. Nesse cenário, discutem-se as contradições dos marcos legais da EaD e os desafios para equalizar as tendências atuais de formação de professores crítico-reflexivos no curso de Pedagogia. A pesquisa empírica utilizou-se do Estudo de Caso único com predominância de abordagens qualitativas. Foi combinada a revisão bibliográfica, documental e dos marcos legais da educação a distância, publicados a partir de 1996, data da aprovação da LDB 9394/96. A pesquisa de campo teve início em 2012, envolvendo cinquenta e quatro egressos selecionados através de amostra não probabilística acidental, mapeados em um questionário online. Foram realizadas entrevistas com dez egressos e com dois formadores. Os resultados apontam uma tendência em replicar, no curso a distância, o modelo do curso presencial com uma abordagem tradicional de ensino, caracterizando-se uma inovação conservadora que subutiliza o potencial educacional das tecnologias digitais na formação de profissionais reflexivos. Nas conclusões, reafirmamos a necessidade de uma inovação disruptiva na (re) elaboração de Projetos Pedagógicos, levando-se em conta o perfil do aluno virtual e a formação específica dos formadores para atuar na EaD online. Procurou-se, à luz das teorias estudadas e da interpretação do Estudo de Caso, evidenciar estratégias pedagógicas, frente aos desafios para a efetivação de uma inovação disruptiva na formação contemporânea de pedagogos.